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Homeoffice deve virar tendência entre as empresas mesmo após a pandemia

Muitos foram os benefícios constatados por ambas as partes na modalidade.

G1

O emprego tradicional, onde o empregado se dirige até o local de trabalho, gasta horas com o deslocamento e chega como se já tivesse cumprido meia jornada de trabalho, pode começar a estar com os dias contados.

Claro que há exceção em toda regra e que há realmente trabalhos em que ainda é impossível dispensar a presença do funcionário no local, este é o caso dos motoristas, mecânicos, atendentes de postos de saúde, recepcionistas, entre outros.

Só que o advento da pandemia mostrou que há muita margem para o deslocamento de diversas funções para a modalidade de homeoffice. Profissionais de TI, por exemplo, desenhistas e profissionais que trabalham com sistemas de modelagem em 3D, pessoas que dão suportes em chat para os clientes.

Com um baixo custo de investimento em infra-estrutura, como uma boa e estável conexão com a internet e um ambiente de uso exclusivo, a depender do profissional e de sua capacidade de concentração e organização, tudo pode dar muito certo.

E as empresas já notaram esse benefício. Ao disponibilizar o funcionário em regime de teletrabalho, os ganhos já são imediatos, ainda que na forma de economia. Custos com passagens, por exemplo, são facilmente compensados. Ainda que se tenha que investir em uma internet ou contas de celular para o empregado.

Outro benefício é a diminuição de faltas ao expediente, especialmente onde a ‘culpa’ é do deslocamento rodoviário. Atrasos e faltas por conta de greves, por exemplo, tendem a não influenciar no expediente dos profissionais em homeoffice.

Se essa era uma tática considerada dispensável por muitas empresas, vale registrar que durante o ápice da pandemia, 46% delas funcionaram em regime de homeoffice, ainda que não para todos os empregados.

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